sábado, 29 de setembro de 2007

Surreal

Pela janela olhei e a cerração estava baixa,como se o mundo todo ao céu tivesse subido.A impressão que tive era que se o vidro fosse aberto, o quarto seria invadido por elas e eu seria carregado pelos anjos até sabe Deus onde.Esperei um pouco,olhando desconfiado para aquilo.Levantei,fechei as cortinas e voltei a escrever,sentado na frente do computador.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Fluxo initerrupto.

Um vento entra por debaixo da porta e sobe pelos pés até chegarem nas costas e desembocar no pescoço,causando arrepios q vai até a ponta dos fios de cabelos.
Esfrega as mãos nos antebraços para esquentá-los e continua a teclar. O arrepio passou,mas o frio que sente nos pés permanece presente.
Os dedos não param muito,só quando pára,pensa,e tecla com tanta velocidade que parece uma chuva de teclinhas no chão.O fluxo de pensamento vem ao jorro,não deixando nem mesmo tomar um gole muito grande da caneca com água.
E parava as vezes,olhando para o nada,logo ao lado do micro,como se ouvisse alguma vozinha,bem lá no fundo do consciente,dizendo-lhe o que deveria escrever.E continuava naquela metralhadora de teclas.Mas de repente parava,olhava para o monitor,lia,relia,ajustava algumas coisas,se acomodava na cadeira e ficava imaginando a história percorrer seu caminho na sua cabeça,a história completa,não apenas aquele fragmento escrito no word.Então olhava para as frases soltas no micro,e retornava a massacrar as teclas,com rapidez e agilidade,esquecendo de tomar a água,que não estava mais fresca,mas continuava gelada devido ao tempo frio daquela madrugada.
E foi assim das 23 horas até às 5:29 da manhã,quando já tinha terminado de escrever e reia o que tinha feito. Corrigia as frases soltas,sem nexo; fazia pontuações antes inexistentes; as concordâncias nominais eram revisdas também,assim como as verbais,e a história estava sendo organizadanão como estava na sua cabeça,mas como deveria ser contada para que os outros entendessem o que realmente aconteceu.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Não Sou coisa!



As coisas,as pessoas,a cidade,o país,o mundo,as coisas.
A música,a melodia,o som,o mudo.
A fotografia,a imagem,as cores, o breu.
A comida,o cheiro,o sabor, o inssosso.
A coisa,qualquer coisa.
Somos um destes caracteres acima,ou nada?
Nós realmente somos?
Tá,ficou filosófico demais isso aqui.
Mas o que pensei foi,seria eu uma coisa,ou um amontoado de comida,fabricando cheiros,imagens,barulhos que na verdade não é uma coisa definida.
Então quer dizer que sou um amontoado de átomos com seus elétrons rodando e rodando e rodando,em perfeito união com os seus vizinhos,para pdoer fabricar outras coisas.
E assim por dianta,somos coisas andando encima de coisas que fazem coisas para ter coisas para depois jogar essas coisas fora para então conseguir mais coisas.
Que coisa,não!
CSC!!!!
Traduzindo: Cansei de Ser Coisa.

Somos um montoado de átomos que giram por aí para unirmos a outros átomos que girem na mesma sintonia. Assim, encontramos nossos iguais,nossos amigos,nossos amontoados que giravam por aí até encontrar-nos.
EURECA!!
Seriam amontoados assim os nossos amigos?
Fiz um amigo - diria qualquer um quando conheceu alguém que se deu bem logo de cara. Ou "Me amontoei!".
Vamos então girar em conjunto enquanto nossos elétrons tem força suficiente para acompanhar nossos iguais.

sábado, 1 de setembro de 2007

A beleza interior



Sempre gostei dessa foto. Tirei-a no meu quarto em Paranaguá,num dia sem nada para fazer depois do trabalho.Fiquei tirando fotos de mim mesmo. Ainda bem que eu estava lá para registrar minha imagem,pois, sem falsa modéstia, eu estava muito lindo nesse dia,huauhau.
Estava tão tranquilo,como quando você não tem nenhum compromisso com horário, trabalho, estudo, e segue cidade afora,pelas ruas onde funcionam lojas, bares, farmácias e até alguns pedintes por ali.
São poucos esses dias, por isso devemos aproveitá-los ao máximo. Acho que reflete, esse bem estar, no nosso semblante, deixando-nos mais belos, mesmo que essa beleza apareça somente uma ou duas vezes ao ano.
Pois é, a beleza vem de dentro para fora, e não o contrário.
Uma roupa bonita não te tornará bonito, mas você sim pode fazer com que uma roupa feia torne-se bonita.